10 RAZÕES PARA FAZER CURSO TÉCNICO CURSOS TÉCNICOS: UMA OPÇÃO DE SUCESSO
MERCADO PRECISA DE TÉCNICO OPORTUNIDADE DE ESTÁGIO
EMPREGO COM QUALIFICAÇÃO CURSOS TÉCNICOS ACELERAM
A ENTRADA NO MERCADO DE TRABALHO

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CURSOS TÉCNICOS: UMA OPÇÃO DE SUCESSO

Curso técnico é uma opção para quem deseja entrar no mercado de trabalho mais rápido, com uma especialização e um diploma aceito em todo o território nacional. Também é uma opção para aqueles que não podem pagar um curso superior e precisam trabalhar.

O mercado de trabalho necessita de profissionais capacitados e treinados. Neste mundo moderno e exigente os cursos técnicos são uma boa alternativa para ter uma profissão e encontrar emprego num curto espaço de tempo.

Agilidade em resolver problemas e ser competente faz com que muitas pessoas procurem um curso técnico para aprender o caminho do trabalho e ter sucesso profissional.

Devido aos avanços tecnológicos e às mudanças no mercado de trabalho, o campo de atuação dos técnicos deixou de ser apenas nas indústrias. Atualmente o técnico atua em larga escala como prestador de serviços.

Hoje, os jovens que poderiam estudar em um curso superior, e não tem condição financeira, mas precisam ter uma profissão para trabalhar no menor tempo possível, procuram cursos técnicos.

A formação dos cursos técnicos é centrada em conhecimentos específicos das áreas de interesse do mercado. Através de parcerias, as empresas e escolas procuram encaminhar os estudantes para estágios.

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MERCADO PRECISA DE MAIS TÉCNICOS

O Brasil convive com o paradoxo de ter um alto índice de desemprego e de mercado de trabalho carente de mão-de-obra especializada. Uma questão que pode ser melhorada com o fortalecimento do ensino técnico profissionalizante no País.

É preciso valorizar os cursos que qualificam alunos para o mercado de trabalho. No quadro atual de desemprego - por incrível que pareça - a oferta de técnicos (formação de nível médio) é infinitamente menor do que a demanda. O resultado social desta soma de equívocos é trágico: de um lado, empresas necessitando de trabalhadores especializados. Do outro, chefes de famílias desempregados, necessitando de um emprego.

O desperdício de mão-de-obra, expresso em números, é algo incomensurável. O Brasil tem pouco mais de 600 mil alunos matriculados em cursos técnicos e mais de nove milhões em ensino médio. Totalmente em desacordo com a realidade brasileira, com alto índice de desemprego e grande carência por profissionais qualificados.

Não é verdade que apenas o diploma universitário torna um profissional competente para o mercado de trabalho. Tanto não é verdade que é o próprio mercado de trabalho que está à procura de grandes técnicos. São, portanto, as empresas nacionais que definem com precisão esta necessidade.

A necessidade cada vez mais urgente de entrar no mercado de trabalho e de obter um aprendizado prático e direcionado vem fazendo dos cursos técnicos importantes aliados para futuros profissionais. Entre as vantagens desses cursos estão a curta duração e o custo menor, em relação às graduações nas faculdades particulares, por exemplo.

Embora boa parte dos estudantes de cursos técnicos seja formada por jovens de baixo poder aquisitivo, que não podem arcar com os custos de uma universidade privada, no perfil desses alunos incluem-se também aqueles que já estão trabalhando como técnicos, mas precisam regularizar a função exercida dentro da empresa. Há ainda os que querem ter esse tipo de aprendizado como bagagem, para enriquecer o currículo ou complementar o conhecimento prático.

Conforme estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (9394/96), os cursos profissionalizantes podem ser oferecidos em três modalidades: integrada – com a duração de quatro anos, o aluno recebe a formação técnica no mesmo curso em que concluiu o ensino médio; concomitante – o aluno estuda o ensino médio e o curso técnico em turnos diferentes, e subseqüente – oferecida apenas a alunos que já concluíram o ensino médio.

A comparação entre técnicos e graduados em faculdade está sendo cada vez mais deixada de lado, na avaliação de profissionais da área técnica. Há mercado para todos. Existem funções que não demandam o ensino superior, mas sim o curso profissionalizante, que tem como maior contribuição a formação profissional. O estudante sai com possibilidades de inserção no mercado. Os técnicos têm um valor fundamental no desenvolvimento do país.

O preconceito é superado quando se é um profissional bem preparado. Hoje as empresas buscam competência. Os cursos técnicos direcionam a competência e a aptidão do indivíduo.

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CURSO TÉCNICO É MAIS UM CAMINHO PARA
O SONHO POR MELHORES OPORTUNIDADES

Além dos estudantes de nível médio e os de ensino superior, os que fazem cursos técnicos também podem aproveitar a chance de estágio para a carreira. Geralmente com duração de dois anos, os cursos técnicos tornaram-se uma opção aos que desde já escolhem uma profissão.

O curso técnico oferece capacitação ao profissional, dando conhecimentos teóricos e práticos nas várias atividades do setor produtivo, permitindo que o aluno, futuro profissional, descubra o seu verdadeiro caminho e inicie um processo de desenvolvimento de suas potencialidades. Para muitos, o curso técnico é a porta de entrada para uma melhor oportunidade no mercado de trabalho, o que viabiliza um curso superior no futuro

O CIEE, Centro de Integração Empresa-Escola, também mantém parceiras com instituições de ensino técnico profissionalizante com intuito de oferecer aos estudantes a experiência através do estágio nas empresas. Tanto é verdade que para muitos cursos, o estágio no setor é obrigatório para a obtenção do diploma.

Atualmente, o CIEE - Sorocaba possui mais de 1.000 estudantes dos cursos Técnicos Profissionalizantes em empresas executando estágio e cerca de 70 oportunidades em aberto para a região.

Os estudantes que estejam interessados em participarem dos processos seletivos precisam se cadastrarem no site www.ciee.org.br

O CIEE-Sorocaba está localizado na Rua Silvio Romero nº 275 no bairro Vergueiro.

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CONSEGUIR EMPREGO EXIGE
CADA VEZ MAIS EMPENHO

O mercado de trabalho está em constante transformação. Todos os dias surgem novos cursos, sejam eles, técnicos, de especialização, mestrado ou doutorado. Neste contexto, quem busca um emprego fica na dúvida: que tipo de aperfeiçoamento buscar? Fazer a graduação de quatro anos na faculdade ou um curso técnico de menos tempo? Os profissionais que trabalham com a qualificação e captação de mão-de-obra são categóricos: para conseguir emprego tem que estudar.

E o perfil de candidato que as empresas buscam, é o daquele que está sempre em busca de aperfeiçoamento. De acordo com Nelson Rampim Filho, que atua há mais de 10 anos no ensino profissionalizante e é coordenador de um colégio técnico da cidade, o perfil de quem procura cursos de formação técnica são pessoas de 20 a 40 anos que sentem necessidade de se aperfeiçoar para se manter no mercado de trabalho.

 

Antes exigiam ensino fundamental, depois ensino médio e hoje é o curso técnico, no mínimo”, afirma o coordenador. Ele explica que há diferença entre curso de Educação Profissional Técnica para o de Formação Inicial e Continuada de Trabalhadores, conhecida popularmente como qualificação. Para o primeiro a exigência é ter ensino médio e a duração é de um ano e meio, com carga horária de 1.200 horas, mais o estágio.

“Nesses de formação são trabalhados questões nos aspectos de cidadania e comportamento, não somente o aspecto profissional, abordando questões da globalização, dos processos produtivos como um todo, empregabilidade etc”, explica Rampim.

Trecho de matéria publicada no jornal Cruzeiro do Sul em 04/06/07

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